Expiação - Sua Natureza II
O aspecto particular da Satisfação de Cristo que está agora diante de nós, leva até o próprio coração deste tema maravilhoso. É de fundamental importância para a honra de Deus e para o estabelecimento de nossas almas na Verdade, que a natureza da Expiação seja bíblica e claramente definida. Erro neste ponto é fatal. Até que compreendamos corretamente o que foi que Cristo fez, nós não estaremos preparados para contemplar o plano, a eficácia, a extensão, ou os frutos e resultados disso, e menos ainda estaremos nós equipados para proclamá-lo e expô-lo. Por essas razões é que devemos proceder com vagar, e nos esforçarmos por ter plena certeza de onde pisamos. A grande maioria dos erros dos homens quanto à Expiação são as conseqüências de uma concepção não escritural de sua natureza. Portanto, suplicaríamos ao leitor para paciente e em oração ler e reler o que escrevemos nesta fase vital do nosso assunto, tudo testando através da Palavra de Deus.
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Em nosso último capítulo nós apontamos que a obra expiadora de Cristo foi,
Em nosso último capítulo nós apontamos que a obra expiadora de Cristo foi,
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Primeiro, uma obra federal: que houve uma união oficial existente entre o Mediador e aqueles em benefício de quem Ele mediou, que há uma unidade legal entre Cristo e Seu povo. Antes da fundação do mundo os eleito de Deus foram “eleitos em Cristo” (Efésios 1:4), a eles foi “prometida” a vida eterna (Tito 1:2), e que a graça lhes foi “dada” nEle (II Timóteo 1:9). Foi portanto como seu Cabeça pactual, e por causa disso, como sua Garantia pactual, que quando da plenitude dos tempos Deus enviou Seu Filho para agir em seu benefício. Tudo quanto Cristo fez e tudo quanto Ele sofreu foi como seu Representante legal. A menos que isto seja firmemente agarrado, firmemente compreendido como o que perdura na própria fundação do sacrifício redentor de Cristo, estaremos certos de nos enganarmos e errarmos ao tentar interpretar seu escopo e aplicação. Cristo e Seu povo, juntos, formam uma única Pessoa mística, no conceito de Deus.
Primeiro, uma obra federal: que houve uma união oficial existente entre o Mediador e aqueles em benefício de quem Ele mediou, que há uma unidade legal entre Cristo e Seu povo. Antes da fundação do mundo os eleito de Deus foram “eleitos em Cristo” (Efésios 1:4), a eles foi “prometida” a vida eterna (Tito 1:2), e que a graça lhes foi “dada” nEle (II Timóteo 1:9). Foi portanto como seu Cabeça pactual, e por causa disso, como sua Garantia pactual, que quando da plenitude dos tempos Deus enviou Seu Filho para agir em seu benefício. Tudo quanto Cristo fez e tudo quanto Ele sofreu foi como seu Representante legal. A menos que isto seja firmemente agarrado, firmemente compreendido como o que perdura na própria fundação do sacrifício redentor de Cristo, estaremos certos de nos enganarmos e errarmos ao tentar interpretar seu escopo e aplicação. Cristo e Seu povo, juntos, formam uma única Pessoa mística, no conceito de Deus.
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Segundo, a obra redentora de Cristo foi uma obra substitutiva. O que Cristo fez e o que Cristo sofreu foi não somente em benefício de outros, mas o foi também expressamente no lugar de outros. É verdadeiro, abençoadamente verdadeiro, que a Sua obediência e os Seus sofrimentos tenham beneficiado a outros, mas é preciso ser enfaticamente dito e firmemente sustentado que a obediência que Ele prestou e que os sofrimentos que Ele sofreu assim o foram, realmente no lugar de outros. Cristo tomou o lugar de réus de Seu povo, assumiu suas dívidas e responsabilidades, tornou-Se Responsável por eles, e tomou para Si a tarefa de satisfazer a justiça Divina por eles. Cristo engajou-Se a fazê-lo quando Ele aceitou os termos da Aliança Eterna. Cristo veio para fazê-lo quando Ele Se encarnou. De Belém e até o Calvário, Ele deve ser considerado como tendo tomado o lugar do Seu povo culpado, sofrendo e fazendo, fazendo e sofrendo, tudo quanto a justa lei de Deus exigia deles.
Segundo, a obra redentora de Cristo foi uma obra substitutiva. O que Cristo fez e o que Cristo sofreu foi não somente em benefício de outros, mas o foi também expressamente no lugar de outros. É verdadeiro, abençoadamente verdadeiro, que a Sua obediência e os Seus sofrimentos tenham beneficiado a outros, mas é preciso ser enfaticamente dito e firmemente sustentado que a obediência que Ele prestou e que os sofrimentos que Ele sofreu assim o foram, realmente no lugar de outros. Cristo tomou o lugar de réus de Seu povo, assumiu suas dívidas e responsabilidades, tornou-Se Responsável por eles, e tomou para Si a tarefa de satisfazer a justiça Divina por eles. Cristo engajou-Se a fazê-lo quando Ele aceitou os termos da Aliança Eterna. Cristo veio para fazê-lo quando Ele Se encarnou. De Belém e até o Calvário, Ele deve ser considerado como tendo tomado o lugar do Seu povo culpado, sofrendo e fazendo, fazendo e sofrendo, tudo quanto a justa lei de Deus exigia deles.
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“ Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido debaixo de lei” (Gálatas 4:4). A derivação de Cristo de humanidade real através de Sua mãe terrena não é algo de somenos importância, no que se refere à Expiação, pois a Sua relação de irmandade, como o nosso Redentor consangüíneo, depende absolutamente do fato de que ter Ele derivado sua humanidade da substância de sua mãe, sem o que Ele não possuiria nem a união legal nem a união natural com o Seu povo, a qual deve estar na base, na fundação do Seu caráter representativo. Para ser o nosso Redentor, a Sua humanidade não poderia nem ser trazida do céu, nem imediatamente criada por Deus, mas derivada como a nossa, a partir de uma mãe humana, porém com esta diferença, que a Sua humanidade nunca existiu no pacto de Adão, para conferir por herança, fosse culpa ou mancha. Ele devia encontrar-se na palidez, na fraqueza da raça humana. Não obstante, Cristo “nasceu sob a lei” não através da condição de criatura, mas para os objetivos da Fiança, da Garantia: então, por conseguinte, o valor atribuível da Sua obediência. (condensado, da obra de George Smeaton).
“ Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido debaixo de lei” (Gálatas 4:4). A derivação de Cristo de humanidade real através de Sua mãe terrena não é algo de somenos importância, no que se refere à Expiação, pois a Sua relação de irmandade, como o nosso Redentor consangüíneo, depende absolutamente do fato de que ter Ele derivado sua humanidade da substância de sua mãe, sem o que Ele não possuiria nem a união legal nem a união natural com o Seu povo, a qual deve estar na base, na fundação do Seu caráter representativo. Para ser o nosso Redentor, a Sua humanidade não poderia nem ser trazida do céu, nem imediatamente criada por Deus, mas derivada como a nossa, a partir de uma mãe humana, porém com esta diferença, que a Sua humanidade nunca existiu no pacto de Adão, para conferir por herança, fosse culpa ou mancha. Ele devia encontrar-se na palidez, na fraqueza da raça humana. Não obstante, Cristo “nasceu sob a lei” não através da condição de criatura, mas para os objetivos da Fiança, da Garantia: então, por conseguinte, o valor atribuível da Sua obediência. (condensado, da obra de George Smeaton).
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As palavras “nascido sob a lei” precisam ser cuidadosamente definidas. “Cristo tornou-Se sujeito à lei por intermédio de uma constituição Divina. Ele não nasceu sob a lei como todos os homens o são; sua sujeição à lei segue-se ao fato de serem eles os descendentes naturais de Adão, a quem a lei foi dada originalmente, e ao fato de ser ele ocupar para com eles o lugar de representante. Mas cristo não era um descendente natural de Adão, nem foi o primeiro Adão um representante do segundo Adão, pois ele era o Senhor do céu. Sua obrigação para com a lei surgiu não do Seu nascimento, mas Ele nasceu sob ela, sob a lei, por intermédio de uma indicação peculiar a Si mesmo, para responder a um fim específico, a saber, a redenção dos homens pecadores. E portanto, o que a lei exigia deles, fosse numa forma de sofrimento ou de obediência, Ele Se tornou obrigado a submeter-Se e a executar” (John Brine, 1743, “A Eficácia Certa da Morte de Cristo”).
As palavras “nascido sob a lei” precisam ser cuidadosamente definidas. “Cristo tornou-Se sujeito à lei por intermédio de uma constituição Divina. Ele não nasceu sob a lei como todos os homens o são; sua sujeição à lei segue-se ao fato de serem eles os descendentes naturais de Adão, a quem a lei foi dada originalmente, e ao fato de ser ele ocupar para com eles o lugar de representante. Mas cristo não era um descendente natural de Adão, nem foi o primeiro Adão um representante do segundo Adão, pois ele era o Senhor do céu. Sua obrigação para com a lei surgiu não do Seu nascimento, mas Ele nasceu sob ela, sob a lei, por intermédio de uma indicação peculiar a Si mesmo, para responder a um fim específico, a saber, a redenção dos homens pecadores. E portanto, o que a lei exigia deles, fosse numa forma de sofrimento ou de obediência, Ele Se tornou obrigado a submeter-Se e a executar” (John Brine, 1743, “A Eficácia Certa da Morte de Cristo”).
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Cristo foi ambos, “nascido” e “dado” ao povo de Deus (Isaías 9:6), e isso com vistas à salvação deles: o que Ele fez e o que Ele sofreu foi para o bem e no lugar daqueles por causa de quem Ele veio ao mundo. Alguns têm procurado burlar a característica vicária da Sua obediência, argumentando que como Homem, Cristo estava sob a obrigação de cumprir a lei. Mas isso é negar, não implicitamente todavia explicitamente, que Ele era o filho de Deus. Muito cuidado precisa ser tomado neste ponto. A humanidade de Cristo, tal como, era impessoal , e portanto não devia nenhuma obediência qualquer que fosse à lei. O Deus-homem não é duas pessoas numa só: Ele é uma pessoa com duas naturezas. Como o filho de Deus Ele era uma pessoa já antes que Se tornasse encarnado. Ao encarnar-Se, Ele tomou sobre Si a humanidade, a natureza humana, mas não como uma segunda personalidade. Portanto, a humanidade de Cristo estando unida ao Filho de Deus, ele não estava nem poderia estar obrigado a obedecer à lei. Foi por intermédio de uma constituição Divina, através de acordo pactual, que Ele “nasceu sob a lei”, com vistas á redenção e à justificação do povo eleito de Deus.
Cristo foi ambos, “nascido” e “dado” ao povo de Deus (Isaías 9:6), e isso com vistas à salvação deles: o que Ele fez e o que Ele sofreu foi para o bem e no lugar daqueles por causa de quem Ele veio ao mundo. Alguns têm procurado burlar a característica vicária da Sua obediência, argumentando que como Homem, Cristo estava sob a obrigação de cumprir a lei. Mas isso é negar, não implicitamente todavia explicitamente, que Ele era o filho de Deus. Muito cuidado precisa ser tomado neste ponto. A humanidade de Cristo, tal como, era impessoal , e portanto não devia nenhuma obediência qualquer que fosse à lei. O Deus-homem não é duas pessoas numa só: Ele é uma pessoa com duas naturezas. Como o filho de Deus Ele era uma pessoa já antes que Se tornasse encarnado. Ao encarnar-Se, Ele tomou sobre Si a humanidade, a natureza humana, mas não como uma segunda personalidade. Portanto, a humanidade de Cristo estando unida ao Filho de Deus, ele não estava nem poderia estar obrigado a obedecer à lei. Foi por intermédio de uma constituição Divina, através de acordo pactual, que Ele “nasceu sob a lei”, com vistas á redenção e à justificação do povo eleito de Deus.
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No momento em que Cristo foi “nascido debaixo da lei”, Ele adentrou ao lugar ocupado pelo Seu povo, considerado como criaturas caídas. Isso sozinho explica as experiências com que Ele Se deparou, a degradação que Ele sofreu, a injustiça que Ele encontrou nas mãos dos homens, e o castigo que Ele recebeu do Próprio Deus. Temos em nosso coração as mais desonrosas e degradantes concepções de Deus se imaginarmos, por um momento que seja, que Ele permitiria a uma pessoa inocente sofrer, quanto menos ainda se Ele permitisse ao Seu Filho amado sofrer injustamente nas mãos de desprezíveis humanos. Nós jamais teremos uma visão correta da manjedoura, da necessidade da fuga para o Egito, do trabalho na bancada de carpinteiro, do não ter aonde reclinar Sua cabeça, das horríveis indignidades que Ele suportou dos Seus inimigos, e do tratamento injusto que Ele recebeu daqueles que Lhe imputaram a sentença de morte, até que reconheçamos que desde Belém e até o Calvário Ele foi a Vítima vicária de Seu povo, que Ele carregava os pecados deles, e que sofria as devidas retribuições pelas iniqüidades deles.
No momento em que Cristo foi “nascido debaixo da lei”, Ele adentrou ao lugar ocupado pelo Seu povo, considerado como criaturas caídas. Isso sozinho explica as experiências com que Ele Se deparou, a degradação que Ele sofreu, a injustiça que Ele encontrou nas mãos dos homens, e o castigo que Ele recebeu do Próprio Deus. Temos em nosso coração as mais desonrosas e degradantes concepções de Deus se imaginarmos, por um momento que seja, que Ele permitiria a uma pessoa inocente sofrer, quanto menos ainda se Ele permitisse ao Seu Filho amado sofrer injustamente nas mãos de desprezíveis humanos. Nós jamais teremos uma visão correta da manjedoura, da necessidade da fuga para o Egito, do trabalho na bancada de carpinteiro, do não ter aonde reclinar Sua cabeça, das horríveis indignidades que Ele suportou dos Seus inimigos, e do tratamento injusto que Ele recebeu daqueles que Lhe imputaram a sentença de morte, até que reconheçamos que desde Belém e até o Calvário Ele foi a Vítima vicária de Seu povo, que Ele carregava os pecados deles, e que sofria as devidas retribuições pelas iniqüidades deles.
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“Porquanto o Senhor Deus é sol e escudo; o Senhor dará graça e glória; não negará bem algum aos que andam na retidão” (Salmo 84:11). Mas como os descendentes do Adão caído, o povo de Deus, nos seus dias não regenerados, fizeram exatamente o contrário de “andar na retidão”. Eles abandonaram o caminho dos mandamentos de Deus e seguiram um curso de vontade própria, e isto, não ocasionalmente, mas constantemente. Em conseqüência, muitas coisas boas lhes foram negadas. Embora endereçadas diretamente a Israel, as palavras de Jeremias 5:25 contém um princípio de ampla aplicação: “As vossas iniqüidades desviaram estas coisas, e os vossos pecados apartaram de vós o bem.” Portanto, quando Cristo aqui veio como o Portador dos pecados do Seu povo, a justiça Divina exigiu que a Ele Lhe fossem negadas “muitas coisas boas”.
“Porquanto o Senhor Deus é sol e escudo; o Senhor dará graça e glória; não negará bem algum aos que andam na retidão” (Salmo 84:11). Mas como os descendentes do Adão caído, o povo de Deus, nos seus dias não regenerados, fizeram exatamente o contrário de “andar na retidão”. Eles abandonaram o caminho dos mandamentos de Deus e seguiram um curso de vontade própria, e isto, não ocasionalmente, mas constantemente. Em conseqüência, muitas coisas boas lhes foram negadas. Embora endereçadas diretamente a Israel, as palavras de Jeremias 5:25 contém um princípio de ampla aplicação: “As vossas iniqüidades desviaram estas coisas, e os vossos pecados apartaram de vós o bem.” Portanto, quando Cristo aqui veio como o Portador dos pecados do Seu povo, a justiça Divina exigiu que a Ele Lhe fossem negadas “muitas coisas boas”.
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Como um errante da casa do Pai (Lucas 15:13), o homem perdeu todo o direito a tanto quanto uma moradia terrena, por conseguinte aqui encontramos Cristo tomando o lugar do Estrangeiro sem lar. Na medida em que o homem caído prefere o “mundo” a o que quer que seja que Deus coloque perante ele, encontramos Cristo levado ao Egito (o símbolo evidente de “o mundo” na Escritura), e portanto disse Deus, “ Do Egito chamei o meu Filho.” (Mateus 2:15). Em conseqüência da Queda, Deus pronunciou a seguinte maldição sobre o homem, “No suor do teu rosto comerás o teu pão,” {Gênesis 3:19}, portanto encontramos Cristo trabalhando pelo Seu pão (cf. Marcos 6:3). Porque os eleitos, enquanto pecadores falharam em amar aos seus próximos, nós encontramos a Cristo sofrendo o ódio dos homens. Porque nós temos sido culpados de glutonaria, Ele foi feito sentir fome. Porque nós temos sido imoderados ao beber, Ele sentiu sede. Porque nós temos usado dissolutamente o nosso dinheiro, Ele não tinha nenhum centavo (cf. Mateus 17:27). Porque temos falado mal de Deus, contra Ele falaram mal; porque nós O negamos, Ele foi negado. “Nem um só palpitar de dor Ele sentiu, nem uma só agonia de aflição Ele experimentou, nem um só suspiro de angústia Ele exalou, nem uma só lágrima de pesar Ele verteu, por Si mesmo. Foi tudo pelos homens; foi tudo por nós. Se nem um só dos Seus sofrimentos foi pessoal., segue-se que todos eles foram substitutivos, que todos eles estavam, é claro, incluídos na matéria ou substância do Seu sacrifício expiador. Durante todo o período de Sua vida mortal a vítima estava por ser imolada. No momento do Seu nascimento, a espada da justiça foi desembainhada contra o homem que é O parceiro de Jeová, e não retornou à bainha até que tivesse sido banhada no sangue do Calvário.
Como um errante da casa do Pai (Lucas 15:13), o homem perdeu todo o direito a tanto quanto uma moradia terrena, por conseguinte aqui encontramos Cristo tomando o lugar do Estrangeiro sem lar. Na medida em que o homem caído prefere o “mundo” a o que quer que seja que Deus coloque perante ele, encontramos Cristo levado ao Egito (o símbolo evidente de “o mundo” na Escritura), e portanto disse Deus, “ Do Egito chamei o meu Filho.” (Mateus 2:15). Em conseqüência da Queda, Deus pronunciou a seguinte maldição sobre o homem, “No suor do teu rosto comerás o teu pão,” {Gênesis 3:19}, portanto encontramos Cristo trabalhando pelo Seu pão (cf. Marcos 6:3). Porque os eleitos, enquanto pecadores falharam em amar aos seus próximos, nós encontramos a Cristo sofrendo o ódio dos homens. Porque nós temos sido culpados de glutonaria, Ele foi feito sentir fome. Porque nós temos sido imoderados ao beber, Ele sentiu sede. Porque nós temos usado dissolutamente o nosso dinheiro, Ele não tinha nenhum centavo (cf. Mateus 17:27). Porque temos falado mal de Deus, contra Ele falaram mal; porque nós O negamos, Ele foi negado. “Nem um só palpitar de dor Ele sentiu, nem uma só agonia de aflição Ele experimentou, nem um só suspiro de angústia Ele exalou, nem uma só lágrima de pesar Ele verteu, por Si mesmo. Foi tudo pelos homens; foi tudo por nós. Se nem um só dos Seus sofrimentos foi pessoal., segue-se que todos eles foram substitutivos, que todos eles estavam, é claro, incluídos na matéria ou substância do Seu sacrifício expiador. Durante todo o período de Sua vida mortal a vítima estava por ser imolada. No momento do Seu nascimento, a espada da justiça foi desembainhada contra o homem que é O parceiro de Jeová, e não retornou à bainha até que tivesse sido banhada no sangue do Calvário.
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“Pode se supor em desacordo com esta visão do tema, que a redenção do homem algumas vezes está relacionada nas Escrituras simplesmente ao sangue de Cristo, ou só à Sua morte. Mas linguagem tal não deve ser entendida como limitando a Expiação de Cristo ao simples ato de morrer, ou àqueles sofrimentos nos quais houve um literal derramamento de sangue. A agonia sangrenta no jardim, e a morte amaldiçoada na Cruz, foram partes importantes e conclusivas do Seus sofrimentos, e, em linguagem comum, aparentemente, a consumação da Sua humilhação, sem a qual todo o que ocorreu antes deve ter sido em vão; e pode ser considerado como tendo alcançado salvação, no mesmo modo como aquela última prestação de uma dívida que é liquidada gradualmente cancela o débito e proporciona a liberação do débito. Mas, como quando de Cristo é dito ter sido “obediente até à morte” {Filipenses 2:8}, devemos entender a frase, não como de um ato solitário , mas da duração da Sua obediência durante todo o período da Sua vida, então pode ser dito que Ele sofreu até à morte, como expressivo da duração do Seu sofrimento durante todo o curso de Sua vida terrena.” (W. Symington).
“Pode se supor em desacordo com esta visão do tema, que a redenção do homem algumas vezes está relacionada nas Escrituras simplesmente ao sangue de Cristo, ou só à Sua morte. Mas linguagem tal não deve ser entendida como limitando a Expiação de Cristo ao simples ato de morrer, ou àqueles sofrimentos nos quais houve um literal derramamento de sangue. A agonia sangrenta no jardim, e a morte amaldiçoada na Cruz, foram partes importantes e conclusivas do Seus sofrimentos, e, em linguagem comum, aparentemente, a consumação da Sua humilhação, sem a qual todo o que ocorreu antes deve ter sido em vão; e pode ser considerado como tendo alcançado salvação, no mesmo modo como aquela última prestação de uma dívida que é liquidada gradualmente cancela o débito e proporciona a liberação do débito. Mas, como quando de Cristo é dito ter sido “obediente até à morte” {Filipenses 2:8}, devemos entender a frase, não como de um ato solitário , mas da duração da Sua obediência durante todo o período da Sua vida, então pode ser dito que Ele sofreu até à morte, como expressivo da duração do Seu sofrimento durante todo o curso de Sua vida terrena.” (W. Symington).
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É nas cenas finais dos “dias da Sua carne” (Hebreus 5:7) que podemos o mais amplamente descobrir a Cristo como ocupando o lugar do Seu povo pecador, e recebendo de Deus aquilo que lhes era devido. Mesmo aonde O vemos diante de homens, o que se nos mostra deve ser lido e interpretado sob a luz da Sua posição vicária e de Sua completa identificação com o Seu povo culpado. O que teve lugar aqui na terra nada foi senão o esboço, a descrição visível do veredicto da Suprema Corte. Tomemos a Sua aparição perante Caifás e Pilatos. Ousamos dizer que os anais da história humana serão perscrutados em vão, não somente na busca de um paralelo, mas por qualquer coisa que chegue perto de uma semelhança. Não obstante, o significado mais profundo do tratamento sem precedentes dispensado a Cristo foi percebido somente por poucos. Aqui, tanto quanto quase que em todos outros lugares, homens se ocuparam com o lado humano , em vez de com o lado Divino das coisas. Em muito, escritores têm se assombrado com a conduta iníqua do sumo sacerdote de Israel e do governador Romano na Judéia, e fulminantemente condenado seus atos injustos; mas aparentemente nunca lhes ocorreu questionar, Por que Deus não somente sofreu, mas ordenou aquilo tudo? (cf. Atos 4:27, 28).
É nas cenas finais dos “dias da Sua carne” (Hebreus 5:7) que podemos o mais amplamente descobrir a Cristo como ocupando o lugar do Seu povo pecador, e recebendo de Deus aquilo que lhes era devido. Mesmo aonde O vemos diante de homens, o que se nos mostra deve ser lido e interpretado sob a luz da Sua posição vicária e de Sua completa identificação com o Seu povo culpado. O que teve lugar aqui na terra nada foi senão o esboço, a descrição visível do veredicto da Suprema Corte. Tomemos a Sua aparição perante Caifás e Pilatos. Ousamos dizer que os anais da história humana serão perscrutados em vão, não somente na busca de um paralelo, mas por qualquer coisa que chegue perto de uma semelhança. Não obstante, o significado mais profundo do tratamento sem precedentes dispensado a Cristo foi percebido somente por poucos. Aqui, tanto quanto quase que em todos outros lugares, homens se ocuparam com o lado humano , em vez de com o lado Divino das coisas. Em muito, escritores têm se assombrado com a conduta iníqua do sumo sacerdote de Israel e do governador Romano na Judéia, e fulminantemente condenado seus atos injustos; mas aparentemente nunca lhes ocorreu questionar, Por que Deus não somente sofreu, mas ordenou aquilo tudo? (cf. Atos 4:27, 28).
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Os Romanos eram renomados pelo seu respeito pela lei, pela eqüidade dos seus relacionamentos, pela generosidade com a qual eles tratavam os povos que conquistavam. Como então deve ser o tratamento injusto dispensado por Pilatos para com Cristo ser considerado? Verdadeiro, do lado humano, ele temeu que se ele resistisse às demandas dos líderes Judeus, uma reclamação seria feita a Cezar, e então ele provavelmente perderia a sua posição. No entanto, isto ainda deixa não resolvida a questão mais profunda e mais importante: Por que Deus exigiria que o Seu Filho fosse ridicularizado ao ser submetido a um julgamento o qual parece pior que uma farsa, realmente, uma paródia de justiça? Nós sugerimos que aquela consideração somente, fornece a chave para este grande problema, e que, a dupla relação sustentada por Cristo: pessoalmente inocente, oficialmente culpado; nEle mesmo, sem pecado; em virtude da Sua identificação com o Seu povo, “feito pecado” (II Coríntios 5:21). Era o Pecador quem foi julgado por sentença. “Ele foi [judicialmente] reconhecido [por Deus] entre os transgressores” (Lucas 22:37): isso igualmente se aplica ao Seu julgamento, às bofetadas no salão do julgamento, e à Sua real crucificação. A passagem em João 18:8 prova isso: Se o Representante for dominado, então aqueles a quem Ele representa devem ser libertos.
Os Romanos eram renomados pelo seu respeito pela lei, pela eqüidade dos seus relacionamentos, pela generosidade com a qual eles tratavam os povos que conquistavam. Como então deve ser o tratamento injusto dispensado por Pilatos para com Cristo ser considerado? Verdadeiro, do lado humano, ele temeu que se ele resistisse às demandas dos líderes Judeus, uma reclamação seria feita a Cezar, e então ele provavelmente perderia a sua posição. No entanto, isto ainda deixa não resolvida a questão mais profunda e mais importante: Por que Deus exigiria que o Seu Filho fosse ridicularizado ao ser submetido a um julgamento o qual parece pior que uma farsa, realmente, uma paródia de justiça? Nós sugerimos que aquela consideração somente, fornece a chave para este grande problema, e que, a dupla relação sustentada por Cristo: pessoalmente inocente, oficialmente culpado; nEle mesmo, sem pecado; em virtude da Sua identificação com o Seu povo, “feito pecado” (II Coríntios 5:21). Era o Pecador quem foi julgado por sentença. “Ele foi [judicialmente] reconhecido [por Deus] entre os transgressores” (Lucas 22:37): isso igualmente se aplica ao Seu julgamento, às bofetadas no salão do julgamento, e à Sua real crucificação. A passagem em João 18:8 prova isso: Se o Representante for dominado, então aqueles a quem Ele representa devem ser libertos.
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Como o Substituto de Seu povo pecador, Cristo tinha de ser encontrado inocente e ainda assim pronunciado culpado! Embora pessoalmente imaculado, a justiça Divina exigia que ele devesse ser tratado como oficialmente merecedor de condenação. O que aconteceu em Jerusalém não foi nada a não ser a expressão visível do grande Julgamento que havia ocorrido no Céu. A sentença pronunciada por juízes humanos nada foi senão a intimação ou a promulgação da sentença que havia sido passada pelo Divino Juiz ao portador do Pecado. Cristo não ocultou Sua face da vergonha e da cusparada. Por que? Porque como criminosos culpados, como foras-da-lei culpados, como o mais desprezível dos desgraçados, aquilo é o que os nossos pecados mereciam. Quando perante Seus acusadores Ele permaneceu mudo, não oferecendo resposta às acusações que Lhe foram feitas (Mateus 26:62, 63). Por que? Porque embora pessoalmente inocente, Ele ocupava o lugar de pecadores culpados , portanto nada havia que Ele pudesse alegar em atenuação.
Como o Substituto de Seu povo pecador, Cristo tinha de ser encontrado inocente e ainda assim pronunciado culpado! Embora pessoalmente imaculado, a justiça Divina exigia que ele devesse ser tratado como oficialmente merecedor de condenação. O que aconteceu em Jerusalém não foi nada a não ser a expressão visível do grande Julgamento que havia ocorrido no Céu. A sentença pronunciada por juízes humanos nada foi senão a intimação ou a promulgação da sentença que havia sido passada pelo Divino Juiz ao portador do Pecado. Cristo não ocultou Sua face da vergonha e da cusparada. Por que? Porque como criminosos culpados, como foras-da-lei culpados, como o mais desprezível dos desgraçados, aquilo é o que os nossos pecados mereciam. Quando perante Seus acusadores Ele permaneceu mudo, não oferecendo resposta às acusações que Lhe foram feitas (Mateus 26:62, 63). Por que? Porque embora pessoalmente inocente, Ele ocupava o lugar de pecadores culpados , portanto nada havia que Ele pudesse alegar em atenuação.
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Isto joga uma maravilhosa torrente de luz nas narrativas dos Evangelhos. A acusação que foi imposta contra Cristo enquanto Ele permaneceu no Sinédrio, como trazida contra aqueles a quem Ele representava não era uma acusação falsa! Culpado de blasfêmia contra Deus, certamente que cada um de nós o é. Portanto como o Representante oficial de Seu povo pecador, o Senhor Jesus permaneceu em silêncio, não apresentando nenhum argumento de defesa que interrompesse o julgamento. Tão verdadeira era a acusação contra nós , que não havia nenhuma necessidade de testemunhas (cf. Mateus 26:65)! Dizemos novamente, o tribunal terreno, al lidar com a acusação de blasfêmia, ou desonra praticada contra o Nome e a Palavra de Deus, e ao sentenciar à morte a nossa Garantia, foi a promulgação da sentença contra os nossos pecados, muito do mesmo modo como a sombra no relógio de sol registra os movimentos que estão acontecendo numa outra esfera! A santa Pessoa de Cristo estava ali, no lugar dos culpados, e o juiz humano nada fez senão expressar o veredicto do Juiz Divino! Foi o Pecador que foi acusado e julgado. No começo, o Juiz de toda a terra já havia formalmente pronunciado a sentença, “...certamente morrerás.”; e tal sentença agora era cabal e finalmente executada, vicariamente , nos pecadores eleitos.
Isto joga uma maravilhosa torrente de luz nas narrativas dos Evangelhos. A acusação que foi imposta contra Cristo enquanto Ele permaneceu no Sinédrio, como trazida contra aqueles a quem Ele representava não era uma acusação falsa! Culpado de blasfêmia contra Deus, certamente que cada um de nós o é. Portanto como o Representante oficial de Seu povo pecador, o Senhor Jesus permaneceu em silêncio, não apresentando nenhum argumento de defesa que interrompesse o julgamento. Tão verdadeira era a acusação contra nós , que não havia nenhuma necessidade de testemunhas (cf. Mateus 26:65)! Dizemos novamente, o tribunal terreno, al lidar com a acusação de blasfêmia, ou desonra praticada contra o Nome e a Palavra de Deus, e ao sentenciar à morte a nossa Garantia, foi a promulgação da sentença contra os nossos pecados, muito do mesmo modo como a sombra no relógio de sol registra os movimentos que estão acontecendo numa outra esfera! A santa Pessoa de Cristo estava ali, no lugar dos culpados, e o juiz humano nada fez senão expressar o veredicto do Juiz Divino! Foi o Pecador que foi acusado e julgado. No começo, o Juiz de toda a terra já havia formalmente pronunciado a sentença, “...certamente morrerás.”; e tal sentença agora era cabal e finalmente executada, vicariamente , nos pecadores eleitos.
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Seria um insulto ao Seu governo moral supor por um momento que o inflexivelmente justo e inefavelmente santo Deus permitiria a um Homem perfeitamente inocente e puro sofrer as indignidades, os castigos, e a sentença que Cristo recebeu. Sua própria e infalível Palavra nos assegura, “ Sendo os caminhos do homem agradáveis ao Senhor, até a seus inimigos faz que tenham paz com ele.” (Provérbios 16:7). Ah, não era nenhuma pessoa inocente que compareceu perante Caifás e Pilatos; ao contrário, era o pecador quem estava sob julgamento — ali, na Pessoa do seu Substituto imaculado e sem pecado. O tribunal de júri terreno era senão o adiantamento; na realidade foi o Portador do pecado fazendo uma aparição real perante o Tribunal de Deus! Por conseguinte, podia haver somente uma decisão possível: embora pessoalmente sem pecado Ele era oficialmente culpado, e nada ficou senão a sentença de condenação e sua imediata execução. Assim podemos nós, e assim deveríamos nós admirar a super-dominante providência de Deus, que fez com que a corte inferior na terra projetar tão claramente a sombra da ação da Suprema Corte nas Alturas.
Seria um insulto ao Seu governo moral supor por um momento que o inflexivelmente justo e inefavelmente santo Deus permitiria a um Homem perfeitamente inocente e puro sofrer as indignidades, os castigos, e a sentença que Cristo recebeu. Sua própria e infalível Palavra nos assegura, “ Sendo os caminhos do homem agradáveis ao Senhor, até a seus inimigos faz que tenham paz com ele.” (Provérbios 16:7). Ah, não era nenhuma pessoa inocente que compareceu perante Caifás e Pilatos; ao contrário, era o pecador quem estava sob julgamento — ali, na Pessoa do seu Substituto imaculado e sem pecado. O tribunal de júri terreno era senão o adiantamento; na realidade foi o Portador do pecado fazendo uma aparição real perante o Tribunal de Deus! Por conseguinte, podia haver somente uma decisão possível: embora pessoalmente sem pecado Ele era oficialmente culpado, e nada ficou senão a sentença de condenação e sua imediata execução. Assim podemos nós, e assim deveríamos nós admirar a super-dominante providência de Deus, que fez com que a corte inferior na terra projetar tão claramente a sombra da ação da Suprema Corte nas Alturas.
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O que tentamos salientar acima é tão pouco compreendido, é sim tão completamente desconhecido da maioria dos nossos leitores — tão superficiais até o último grau são as ministrações dadas de púlpito pelos melhores hoje em dia! — que confiamos que eles terão paciência com as nossas repetições, e até mesmo se darão ao trabalho de reler o que tem sido escrito. Então dizemos novamente, que não existe nenhuma explicação possível daquele julgamento (aparentemente) anômalo, o qual passou pelas devidas formas de lei e de ordem, a menos que reconheçamos ter sido uma representação simbólica, sim, uma representação Divinamente arranjada, de um mistério espiritual, expondo a completamente única, porque dupla , relação que Cristo ocupou. Assim foi Pilatos obrigado a afirmar quanto à absoluta inocência dAquele abençoado que se encontrava perante ele: por sete vezes ele declarou “Não acho culpa alguma neste homem”. Não obstante, ele O sentenciou à morte! Cristo era pessoalmente inocente, todavia como a Vítima vicária, como o Representante do Seu povo criminoso, Ele era oficialmente culpado. Assim, Cristo foi justamente pronunciado ser imaculado, mas oficialmente condenado à morte. É por isso que Deus fez com que o Seu amado sofresse tal zombaria, ignomínia e sofrimento.
O que tentamos salientar acima é tão pouco compreendido, é sim tão completamente desconhecido da maioria dos nossos leitores — tão superficiais até o último grau são as ministrações dadas de púlpito pelos melhores hoje em dia! — que confiamos que eles terão paciência com as nossas repetições, e até mesmo se darão ao trabalho de reler o que tem sido escrito. Então dizemos novamente, que não existe nenhuma explicação possível daquele julgamento (aparentemente) anômalo, o qual passou pelas devidas formas de lei e de ordem, a menos que reconheçamos ter sido uma representação simbólica, sim, uma representação Divinamente arranjada, de um mistério espiritual, expondo a completamente única, porque dupla , relação que Cristo ocupou. Assim foi Pilatos obrigado a afirmar quanto à absoluta inocência dAquele abençoado que se encontrava perante ele: por sete vezes ele declarou “Não acho culpa alguma neste homem”. Não obstante, ele O sentenciou à morte! Cristo era pessoalmente inocente, todavia como a Vítima vicária, como o Representante do Seu povo criminoso, Ele era oficialmente culpado. Assim, Cristo foi justamente pronunciado ser imaculado, mas oficialmente condenado à morte. É por isso que Deus fez com que o Seu amado sofresse tal zombaria, ignomínia e sofrimento.
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“Suportando vergonha e zombaria rude,
Em meu lugar, condenado Ele foi,
Selou meu perdão com Seu sangue,
Aleluia! que Salvador.”
“Suportando vergonha e zombaria rude,
Em meu lugar, condenado Ele foi,
Selou meu perdão com Seu sangue,
Aleluia! que Salvador.”
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As passagens da Bíblia que expressamente apresentam o caráter vicário da obra redentora de Cristo são tão numerosas que não podemos senão fazer aqui uma seleção delas. Foi predito que, “E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas não para si mesmo” (Daniel 9:26). Então, porque foi Ele “cortado”? Ouça a resposta do povo ensinado pelo Espírito de Deus: “Ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.” (Isaías 53:5). De Suas próprias declarações, podemos citar as seguintes: “Bem como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos.” {Mateus 20:28}; “o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas.” (João 10:11). Dos escritos apostólicos, as seguintes podem ser tomadas como amostras: “Porque Cristo, estando nós ainda fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios.” (Romanos 5:6); “Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos,” (I Pedro3:18); “Deus, . . . enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados.” (I João 4:10).
As passagens da Bíblia que expressamente apresentam o caráter vicário da obra redentora de Cristo são tão numerosas que não podemos senão fazer aqui uma seleção delas. Foi predito que, “E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas não para si mesmo” (Daniel 9:26). Então, porque foi Ele “cortado”? Ouça a resposta do povo ensinado pelo Espírito de Deus: “Ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.” (Isaías 53:5). De Suas próprias declarações, podemos citar as seguintes: “Bem como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos.” {Mateus 20:28}; “o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas.” (João 10:11). Dos escritos apostólicos, as seguintes podem ser tomadas como amostras: “Porque Cristo, estando nós ainda fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios.” (Romanos 5:6); “Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos,” (I Pedro3:18); “Deus, . . . enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados.” (I João 4:10).
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Inimigos da Verdade, ansiosos para repudiar a natureza substitutiva da obediência e da morte de Cristo têm apontado que a palavra “pelos” não é conclusiva. Ela pode significar “no lugar de”, ou também pode significar somente “em favor de.” Assim: o soldado morre “pelo”, ou em benefício, em favor de seu país. A resposta suficiente para isto é que embora em algumas passagens seja usada a preposição Grega “huper”, a qual tem também o mesmo significado duplo que a preposição “por”, ainda assim há outras passagens onde o Espírito Santo empregou o termo “e” e isso não pode significar outra coisa senão “no lugar de”. Esta é a palavra usada em Marcos 10:41, “... Isto é o meu corpo, que por (e para) vós é dado...”
Inimigos da Verdade, ansiosos para repudiar a natureza substitutiva da obediência e da morte de Cristo têm apontado que a palavra “pelos” não é conclusiva. Ela pode significar “no lugar de”, ou também pode significar somente “em favor de.” Assim: o soldado morre “pelo”, ou em benefício, em favor de seu país. A resposta suficiente para isto é que embora em algumas passagens seja usada a preposição Grega “huper”, a qual tem também o mesmo significado duplo que a preposição “por”, ainda assim há outras passagens onde o Espírito Santo empregou o termo “e” e isso não pode significar outra coisa senão “no lugar de”. Esta é a palavra usada em Marcos 10:41, “... Isto é o meu corpo, que por (e para) vós é dado...”
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Na tradução Septuaginta Grega do Velho Testamento a palavra “anti” é usada para expressar a troca de posição de alguma coisa ou pessoa, por outra. Isto pode ser comprovado em referência aos seguintes trechos, onde o termo “anti” é traduzido pelas palavras que colocamos em itálico : “ Deus me deu outro filho em lugar de Abel” (Gênesis 4:25). “...e José deu-lhes pão em troca de cavalos, e das ovelhas, e das vacas e dos jumentos...” (Gênesis 47:17). “...faleceu Arão, e ali foi sepultado, e Eleazar, seu filho, administrou o sacerdócio em seu lugar .” (Deuteronômio 10:6). Estas passagens são tão claras e a aplicação da preposição é tão óbvia que comentários quanto a isso seriam supérfluos.
Na tradução Septuaginta Grega do Velho Testamento a palavra “anti” é usada para expressar a troca de posição de alguma coisa ou pessoa, por outra. Isto pode ser comprovado em referência aos seguintes trechos, onde o termo “anti” é traduzido pelas palavras que colocamos em itálico : “ Deus me deu outro filho em lugar de Abel” (Gênesis 4:25). “...e José deu-lhes pão em troca de cavalos, e das ovelhas, e das vacas e dos jumentos...” (Gênesis 47:17). “...faleceu Arão, e ali foi sepultado, e Eleazar, seu filho, administrou o sacerdócio em seu lugar .” (Deuteronômio 10:6). Estas passagens são tão claras e a aplicação da preposição é tão óbvia que comentários quanto a isso seriam supérfluos.
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Esta preposição Grega é também utilizada no Novo Testamento, em passagens outras que onde Cristo está em vista, que definem seu significado de maneira inequívoca. Tomemos os seguintes casos, onde o termo “anti” é o equivalente em Grego para as palavras em português que colocamos em itálico : “ ...Arquelau reinava na Judéia em lugar de Herodes, seu pai...” (Mateus 2:22). “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, e dente por dente.” (Mateus 5:38). “...se lhe pedir peixe, lhe dará por peixe uma serpente?” (Lucas 11:11). “A ninguém torneis mal por mal...” (Romanos 12:17). Em nenhuma dessas passagens pode “e” possivelmente significar “em lugar de”. Não, com exceção daqueles casos onde é usada no sentido de contra , como em “anticristo” — a preposição Grega “anti” tem o significado uniforme de “no lugar de”.
Esta preposição Grega é também utilizada no Novo Testamento, em passagens outras que onde Cristo está em vista, que definem seu significado de maneira inequívoca. Tomemos os seguintes casos, onde o termo “anti” é o equivalente em Grego para as palavras em português que colocamos em itálico : “ ...Arquelau reinava na Judéia em lugar de Herodes, seu pai...” (Mateus 2:22). “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, e dente por dente.” (Mateus 5:38). “...se lhe pedir peixe, lhe dará por peixe uma serpente?” (Lucas 11:11). “A ninguém torneis mal por mal...” (Romanos 12:17). Em nenhuma dessas passagens pode “e” possivelmente significar “em lugar de”. Não, com exceção daqueles casos onde é usada no sentido de contra , como em “anticristo” — a preposição Grega “anti” tem o significado uniforme de “no lugar de”.
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Assim, após breve exame das passagens onde esta preposição Grega é encontrada, temos completa satisfação de que somos inteiramente garantidos ao dizer com A.A. Hodge, “Se a intenção o Espírito Santo fosse que compreendêssemos que Cristo substituiu estritamente no lugar de réu de Seu povo, Ele não poderia ter usado nenhuma linguagem mais exatamente adaptada para expressar Sua intenção. Se não fosse esta a Sua intenção, nós bem podemos perder qualquer esperança de chegar à compreensão da Sua intenção no assunto através do estudo das Suas palavras em qualquer departamento da Escritura.”
Assim, após breve exame das passagens onde esta preposição Grega é encontrada, temos completa satisfação de que somos inteiramente garantidos ao dizer com A.A. Hodge, “Se a intenção o Espírito Santo fosse que compreendêssemos que Cristo substituiu estritamente no lugar de réu de Seu povo, Ele não poderia ter usado nenhuma linguagem mais exatamente adaptada para expressar Sua intenção. Se não fosse esta a Sua intenção, nós bem podemos perder qualquer esperança de chegar à compreensão da Sua intenção no assunto através do estudo das Suas palavras em qualquer departamento da Escritura.”
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Embora a preposição Grega “huper” tenha o duplo significado que o termo “por” possui, não é motivo para permitir que os inimigos da Verdade arranquem de nossas mãos aquelas passagens que tratam da Expiação de Cristo, onde ocorre este termo em particular. Que “huper” algumas vezes tem a mesma força que “e”, nenhum estudioso honesto negará. Que em muitas passagens somos forçados a compreendê-la como significando “em lugar de” , pode ser mostrado claramente e definitivamente estabelecido através de várias considerações. Tome apenas uma passagem, “Porque o amor de Cristo nos constrange, julgando nós assim: que, se um morreu por [huper] todos, logo todos morreram.” (II Coríntios 5:14 — Almeida, Corrigida e Revisada). O fato da substituição aqui é pleno; uma vez que Cristo morreu no lugar e na posição de “todos”, então os “todos” são legalmente considerados como tendo morrido também. Em outras palavras, a expiação vicária de Cristo é contada como a expiação pessoal do crente. Seria mera tolice dizer, “Se um morreu em benefício de todos, então todos morreram”. Se perguntado por que o Espírito Santo utilizou-se da expressão um tanto quanto ambígua “huper” em algumas passagens, ao invés de o inequívoco “e”, a resposta é, Porque Cristo não somente morreu no lugar do Seu povo, mas também por seu benefício!
Embora a preposição Grega “huper” tenha o duplo significado que o termo “por” possui, não é motivo para permitir que os inimigos da Verdade arranquem de nossas mãos aquelas passagens que tratam da Expiação de Cristo, onde ocorre este termo em particular. Que “huper” algumas vezes tem a mesma força que “e”, nenhum estudioso honesto negará. Que em muitas passagens somos forçados a compreendê-la como significando “em lugar de” , pode ser mostrado claramente e definitivamente estabelecido através de várias considerações. Tome apenas uma passagem, “Porque o amor de Cristo nos constrange, julgando nós assim: que, se um morreu por [huper] todos, logo todos morreram.” (II Coríntios 5:14 — Almeida, Corrigida e Revisada). O fato da substituição aqui é pleno; uma vez que Cristo morreu no lugar e na posição de “todos”, então os “todos” são legalmente considerados como tendo morrido também. Em outras palavras, a expiação vicária de Cristo é contada como a expiação pessoal do crente. Seria mera tolice dizer, “Se um morreu em benefício de todos, então todos morreram”. Se perguntado por que o Espírito Santo utilizou-se da expressão um tanto quanto ambígua “huper” em algumas passagens, ao invés de o inequívoco “e”, a resposta é, Porque Cristo não somente morreu no lugar do Seu povo, mas também por seu benefício!
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Resumindo o que se nos apresentou nesta segunda divisão da natureza da Satisfação de Cristo, diríamos: Os sofrimentos aos quais o Senhor Jesus foi exposto, desde a hora do Seu nascimento até Ele entregou o Seu espírito nas mãos do Pai, foram absoluta e definitivamente vicários, nascido como o Substituto de Seu povo — não somente para vantagem dele, mas verdadeiramente no lugar e no espaço deles . Ele aqui veio como o Representante e Cabeça federal deles, tomando para Si e liberando-os de todas as suas obrigações, recebendo em Seu espírito e alma e corpo, tudo o que lhes era devido. Ele foi o seu Resgate, pagando todos os seus débitos. Ele foi o seu Mediador, postando-se entre Deus e eles, recebendo de Deus e a Ele rendendo, tudo o quanto era devido a eles e por eles. Ele foi o seu Sumo Sacerdote, fazendo oblação por eles. Ele foi humilhado por causa do nosso orgulho. Ele foi feito pobre para expiar a nossa cobiça. Ele teve fome porque nós, em Adão, comemos do fruto proibido. Ele teve sede, porque nós bebemos de fontes proibidas. Ele morreu, porque nós estávamos mortos em pecados.
Resumindo o que se nos apresentou nesta segunda divisão da natureza da Satisfação de Cristo, diríamos: Os sofrimentos aos quais o Senhor Jesus foi exposto, desde a hora do Seu nascimento até Ele entregou o Seu espírito nas mãos do Pai, foram absoluta e definitivamente vicários, nascido como o Substituto de Seu povo — não somente para vantagem dele, mas verdadeiramente no lugar e no espaço deles . Ele aqui veio como o Representante e Cabeça federal deles, tomando para Si e liberando-os de todas as suas obrigações, recebendo em Seu espírito e alma e corpo, tudo o que lhes era devido. Ele foi o seu Resgate, pagando todos os seus débitos. Ele foi o seu Mediador, postando-se entre Deus e eles, recebendo de Deus e a Ele rendendo, tudo o quanto era devido a eles e por eles. Ele foi o seu Sumo Sacerdote, fazendo oblação por eles. Ele foi humilhado por causa do nosso orgulho. Ele foi feito pobre para expiar a nossa cobiça. Ele teve fome porque nós, em Adão, comemos do fruto proibido. Ele teve sede, porque nós bebemos de fontes proibidas. Ele morreu, porque nós estávamos mortos em pecados.
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Embora seja uma antecipação do que pertence, estritamente falando, a um aspecto futuro do nosso tema, não podemos encerrar este capítulo sem chamar a atenção para a implicação clara, inescapável e inexpressivelmente abençoada do que tem estado perante nós. Cristo não somente morreu em nosso lugar, Ele morreu para assegurar a nossa salvação. Ele não somente morreu em nosso espaço, Ele morreu em nosso benefício. Porque Ele Se tornou pobre, nós somos enriquecidos. Porque Ele foi abandonado por Deus, nós somos reconciliados com Deus. Porque Lhes foram arrancadas suas roupas, nós somos vestidos com o manto da Sua justiça. Ele foi humilhado para que pudéssemos ser exaltados. Ele veio à terra, para que pudéssemos ir ao céu. Ele Se fez servo, para que pudéssemos ser livres. Ele foi atribulado, de modo que pudéssemos ser confortados. Ele foi tentado, para que pudéssemos triunfar. Ele foi espancado, para que pudéssemos ser sarados. Ele foi desonrado, para que pudéssemos ser glorificados. E não há nenhuma contingência ou incerteza quanto a isso. Que o Seu povo colhesse os benefícios da satisfação de Cristo não depende de quaisquer condições que eles venham a cumprir. Arrependimento e fé foram comprados por Cristo para cada um por quem Ele obedeceu e sofreu. Justiça Divina exige que Cristo veja do labor de Sua alma e esteja satisfeito. A lei de Deus demanda que a sua recompensa seja concedida a todos por quem Cristo a obedeceu. A própria retidão e fidelidade de Deus insistem que, porque o Capitão da sua salvação foi feito perfeito através de sofrimento, Ele traga os “muitos filhos à glória”.
Embora seja uma antecipação do que pertence, estritamente falando, a um aspecto futuro do nosso tema, não podemos encerrar este capítulo sem chamar a atenção para a implicação clara, inescapável e inexpressivelmente abençoada do que tem estado perante nós. Cristo não somente morreu em nosso lugar, Ele morreu para assegurar a nossa salvação. Ele não somente morreu em nosso espaço, Ele morreu em nosso benefício. Porque Ele Se tornou pobre, nós somos enriquecidos. Porque Ele foi abandonado por Deus, nós somos reconciliados com Deus. Porque Lhes foram arrancadas suas roupas, nós somos vestidos com o manto da Sua justiça. Ele foi humilhado para que pudéssemos ser exaltados. Ele veio à terra, para que pudéssemos ir ao céu. Ele Se fez servo, para que pudéssemos ser livres. Ele foi atribulado, de modo que pudéssemos ser confortados. Ele foi tentado, para que pudéssemos triunfar. Ele foi espancado, para que pudéssemos ser sarados. Ele foi desonrado, para que pudéssemos ser glorificados. E não há nenhuma contingência ou incerteza quanto a isso. Que o Seu povo colhesse os benefícios da satisfação de Cristo não depende de quaisquer condições que eles venham a cumprir. Arrependimento e fé foram comprados por Cristo para cada um por quem Ele obedeceu e sofreu. Justiça Divina exige que Cristo veja do labor de Sua alma e esteja satisfeito. A lei de Deus demanda que a sua recompensa seja concedida a todos por quem Cristo a obedeceu. A própria retidão e fidelidade de Deus insistem que, porque o Capitão da sua salvação foi feito perfeito através de sofrimento, Ele traga os “muitos filhos à glória”.
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“Deus não pode exigir pagamento duas vezes, Primeiro na sangrenta mão da minha Certeza E depois, outra vez, na minha .
“Expiação complete, Tu o fizeste, E pagaste até o último centavo O que quer que fosse que o Teu povo devia.
“Pode então a ira derramar-se sobre mim Se estiver protegido na Tua justiça E molhado com o Teu sangue?
“Volte-se então, minhalma, ao teu descanso, Os méritos do teu Grande Sumo Sacerdote Proclamam paz e liberdade. .
“Confia em Seu sangue eficas, Não teme teu banimento de Deus Já que Jesus por ti morreu.” (Toplady) .
“Deus não pode exigir pagamento duas vezes, Primeiro na sangrenta mão da minha Certeza E depois, outra vez, na minha .
“Expiação complete, Tu o fizeste, E pagaste até o último centavo O que quer que fosse que o Teu povo devia.
“Pode então a ira derramar-se sobre mim Se estiver protegido na Tua justiça E molhado com o Teu sangue?
“Volte-se então, minhalma, ao teu descanso, Os méritos do teu Grande Sumo Sacerdote Proclamam paz e liberdade. .
“Confia em Seu sangue eficas, Não teme teu banimento de Deus Já que Jesus por ti morreu.” (Toplady) .
A. W. P
Eli Daniel da Silva (tradução).
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